AO VIVO
CARREGANDO... WEB RÁDIO JUVENTUDE
AO VIVO
CARREGANDO... WEB RÁDIO JUVENTUDE
AO VIVO
CARREGANDO... WEB RÁDIO JUVENTUDE

Sem influência nacional após décadas, Alagoas perde oportunidades na “nova” onda do crescimento econômico

O Estado de Alagoas sempre teve cadeira nas principais mesas de negociação, em Brasília. É verdade que, mesmo com a influência política nunca deixamos a zona da humilhação nos itens educação, saúde, políticas públicas e investimentos para a promoção de empregos.

O resultado da falta de interesse dos nossos líderes, em Brasília, reprovou Alagoas, que ainda sofre com os piores índices sociais, Estado com maior número de analfabetos, saúde pública nos municípios à beira do caos e oportunidades de empregos cada vez mais escassas.

Agora, quando o país dá sinais de melhora, alguns dos personagens principais da política alagoana continuam na Câmara e Senado, mas sem vez e voz. Se é bom ou ruim não sabemos, ainda, porque quando tiveram a oportunidade não nos tiraram do buraco.

Para não dizer que Alagoas está órfão de líder, Arthur Lira, o comandante do Centrão, tem uma oportunidade única de ser por aqui o que dizem que é em Brasília. É amigo do presidente, desde que Bolsonaro era do PP.

Até agora, para Alagoas, o Arthur Lira que senta à cabeça da mesa em Brasília é só mais um integrante da bancada alagoana na capital federal. No caso do líder do PP, ele está perdendo, apenas, a oportunidade de ser líder estadual. Bastaria dizer ao presidente da república que o Canal do Sertão precisa ser concluído, que os produtores rurais necessitam de ajuda, que o turismo na região Norte será fortalecido com o tão esperado aeroporto e que o aeroporto em Arapiraca será um divisor de águas para a região Agreste. Não tem nada de novo, porque tudo está prometido e no papel. É só uma questão de prioridade.  

Hoje, com redes sociais bombadas, a maioria dos políticos que temos prefere fuzilar o presidente da república, questionar as declarações bizarras de seus filhos e anunciar recursos para situações que não são prioritárias. Para esse tipo, a estratégia tem funcionado. Para nós, é morte anunciada.  

Enquanto essa turma estiver focada nos discursos continuaremos no Z4 da humilhação. Os números de hoje, propagados pelo Governo de Alagoas, podem não representar nada, caso a banca federal não faça sua parte.

[adrotate banner=”81″]

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *