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Gestão pública sem meritocracia faz, mas não transforma

Na história recente da política alagoana o senador Rodrigo Cunha deu um passo importante para a virada de mesa da velha, para a chamada nova política, quando fez seleção interna de comissionados – por meritocracia – para compor seu gabinete na Assembleia Legislativa. Mesmo na oposição e com a maioria dos colegas de costas para ele, foi recordista no número de projetos aprovados. Ser diferente e fazer diferente, no meio dos iguais, lhe garantiu a condição de protagonista nas últimas eleições, sendo o senador mais votado do pleito.

Neste quisto de meritocracia o deputado Davi Maia, também oposição ao governo do Estado, anuncia a seleção de comissionados para o seu gabinete. As semelhanças entre eles ficam por aí – pelo menos por enquanto.

Na administração pública, que eu saiba, Arnórbio Cavalcante, então secretário de Assistência Social no primeiro governo de Ronaldo Lessa, fez processo seletivo para cargos comissionados, direcionados a recém-formados pela Universidade Federal de Alagoas. E só.

Não há mudança, sem mudança  
A política brasileira dá sinais de recuperação (mudança) após o período sombrio na UTI da imoralidade. Ainda que sinais sejam apenas indicativo, está mais que na hora dos líderes regionais começarem a mudança pela base. E só se pode mudar, mudando.

A redundância é necessária porque para confirmar a intenção de mudar, é preciso cobrar e não se pode cobrar resultados quando não há a política de meritocracia no serviço púbico. Ou seja: mesmo que a indicação seja do político A ou B, do partido aliado “tal”, é determinante que os novos atores do processo cheguem por mérito e confirmem dedicação.

É difícil? Muito. 
É possível? Totalmente. 
Essa mudança está em andamento? Não que eu saiba.

Aliás, estamos longe da mudança e da transformação. Para que haja o modelo de meritocracia no serviço público alagoano é necessário a presença de meritocratas atuando.

O que é meritocrata? É a pessoa que seleciona funcionários ou profissionais após testar suas habilidades, para que elas ocupem um cargo por merecimento.

Você conhece esse modelo de gestão pública em Alagoas? Se a resposta for não, vamos seguir ouvindo que tal governo faz, faz, faz e faz, mas dificilmente transformará.

Também por isso, somos o que somos. LANTERNAS EM QUASE TUDO.

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