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Analistas de mercado torcem por Celso de Mello na sucessão do STF

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Mais antigo ministro da Corte , magistrado se preocupa em tomar decisões sem fazer muito alarte. Isso agrad

Integrantes do mercado financeiro torcem para que o decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Mello, seja escolhido relator da Operação Lava-Jato, em substituição ao ministro Teori Zavascki, morto em acidente aéreo na semana passada, em Paraty (RJ). A avaliação dos analistas é de que Mello é sério, discreto e pauta suas decisões com base na lei, sem espalhafato. Além disso, o experiente ministro conseguiria ter uma visão mais ampla do atual momento vivido pelo país.

Há uma tendência, cada vez mais forte, de que a relatoria venha a ser assumida pelo ministro Edson Fachin. Para que isso aconteça, no entanto, Edson precisa sair da primeira para a segunda turma. Além disso, na distribuição automática, por sorteio, dos processos da Lava-Jato, qualquer ministro que fosse selecionado teria de abdicar do cargo até que a escolha recaísse em Fachin.

Investidores, no entanto, são inseguros em relação ao ministro. Lembram, inclusive, que, em dezembro do ano passado, quando o Supremo Tribunal Federal analisava a liminar do ministro Marco Aurélio de Mello que afastava Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado, Edson Fachin votou contra o peemedebista.

Os integrantes do mercado financeiro ouvidos pelo Correio lembram que, caso Renan fosse afastado naquele momento, o governo não conseguiria aprovar, no Senado, a emenda constitucional que limitava os gastos da União. E que, ao se posicionar pelo voto, Fachin desconsiderou o momento de recessão econômica vivida pelo país e limitou sua análise aos questionamentos jurídicos.

 Apesar da preferência, a percepção é de que, qualquer que seja o relator escolhido para conduzir o processo da Lava-Jato, são poucas as margens de manobra para retrocessos. Foi destacada, pelos investidores, a decisão da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, de autorizar os juízes auxiliares de Teori a dar continuidade aos trabalhos da delação premiada da Odebrecht.
fonte :  correiobraziliense

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