Caso foi notificado como suspeito na última semana. Nesta quarta-feira (29/6), a pasta federal publicou boletim descartando a possibilidade.

O Ministério da Saúde descartou o caso notificado no Distrito Federal como hepatite “misteriosa”. A paciente era uma criança na faixa etária de 5 a 9 anos. A infecção não teria preenchido todos os requisitos para ser considerado como provável.
Segundo o ministério, há dois casos prováveis da doença no país, sendo um no Rio de Janeiro e outro em Mato Grosso do Sul. Outros 86 ainda estão em investigação e 67 já foram descartados, assim como o do DF.
Os misteriosos casos de inflamação grave do fígado ainda não têm causa definida, mas evidências apontam para a infecção pelo adenovírus 41F.

A hepatite é a inflamação do fígado. Ela pode ser causada por vírus, bactérias, uso excessivo de medicamentos ou consumo de bebida alcoólica. Existem cinco tipos de hepatite: A, B, C, D e E. No entanto, no Brasil, os tipos A, B e C são os mais comuns .

A hepatite A é causada por um vírus que pode ser transmitido pelo ato sexual ou pelo consumo de água e alimentos contaminados. O diagnóstico é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais .

Não há tratamento específico para a hepatite A, por isso, deve-se evitar a automedicação. Apesar disso, existe vacina eficaz contra a doença. Entre os principais sintomas dessa tipagem estão: náusea sem motivo aparente, febre baixa, perda de apetite, dor abdominal e fadiga
O caso foi notificado pela Secretaria de Saúde do DF (SES/DF) em 21 de junho. Na época, a pasta informou que o paciente estava em bom estado de saúde, realizando acompanhamentos ambulatoriais.
Os exames foram encaminhados para investigação da Rede de Laboratórios de Saúde Pública para avaliação e descartado nesta quarta-feira (29/6).
Varíola
Na mesma data, a secretaria notificou o ministério sobre um caso suspeito de infecção pela varíola dos macacos em um morador do DF. Até esta quarta-feira, o caso ainda era avaliado pelos laboratórios de referência.
As pastas aguardam os resultados dos exames para confirmar ou descartar o caso. O paciente em questão é um homem na faixa etária de 20 a 29 anos. Ele estava em observação em casa.
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