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Ao menos 1,5 mil bolsonaristas foram presos após desocupação do QG

Maioria dos bolsonaristas acabaram detidos durante a desmobilização do acampamento montado em frente ao QG do Exército, em Brasília.

Militares deram uma hora para os acampados saírem do local

Ao menos 1,5 mil pessoas foram presas após a desocupação do acampamento que estava em frente ao Quartel General do Exército, nesta segunda-feira (9/1). Os bolsonaristas estavam alocados no SMU desde o anúncio da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em novembro.

Agora, após a operação da Polícia Militar do DF e do Exército de retirada dos terroristas de frente ao QG, todos foram encaminhados à Superintendência da Polícia Federal e, em seguida, à Academia Nacional da PF.

Segundo apurado pelo Metrópoles, antes da transferência para a academia, nos ônibus, muitos portavam facas, pistolas e tesouras. A maioria, chorava e orava durante o trajeto.

Os militares deram uma hora para os acampados saírem do local e escoltaram os grupos de bolsonaristas em mais de 50 ônibus disponibilizados pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob). Antes do fim desta manhã e depois da saída dos extremistas, os militares começaram a remover barracas e itens pessoais encontrados nas tendas montadas pelos bolsonaristas. O espaço ficou vazio — à exceção das equipes do Exército, que removiam o que sobrou.

Depois de retirarem grande parte dos bolsonaristas, com auxílio das tropas de choque e da cavalaria, os militares entraram no acampamento, de fato, por volta das 9h50. Por volta das 10h40, restavam praticamente barracas vazias e tendas montadas pelos grupos mobilizados.

Metrópoles

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