
De acordo com o presidente do Sinpro-AL, Eduardo Vasconcelos, as entidades estudam requerer uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) para questionar todos os pontos que, segundo as entidades, são ilegais. Segundo ele, a matéria aprovada fere a Lei de Diretrizes e Bases de Educação (LDB) e cria gastos, ferindo os artigos 206 e 208 da Constituição Federal.
“A matéria aprovada pelos deputados apresenta uma série de ilegalidades, sobretudo no tocante ao artigo 206, que assegura a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber. No Supremo Tribunal Federal, vamos discutir, ponto a ponto, todas as ilegalidades com os ministros”, expressou Vasconcelos.
Com a aprovação do projeto, o governador Renan Filho (PMDB) tem 48h para promulgá-lo. Caso não o faça, o procedimento ficará a cargo da Assembleia Legislativa. Os deputados que defendem a aprovação do projeto acreditam que a matéria não representa qualquer tipo de censura aos professores, garantindo um tratamento justo sobre os temas abordados em salas de aulas de todo o estado de Alagoas.
fonte:gazetaweb

