“O ego tende a equiparar o ter com o ser: eu tenho, logo eu sou. E quanto mais eu tenho, mais eu sou. O ego vive através da comparação. Como você é visto pelos outros se transforma em como você vê a si mesmo. O senso de auto-estima do ego está, na maioria dos casos, ligado ao valor que você tem aos olhos dos outros.

Você precisa que os outros lhe dêem uma noção de si mesmo, e se você vive em uma cultura que, em grande medida, iguala o valor que você tem com aquilo você tem, se você não conseguir ver através dessa ilusão coletiva, você estará condenado a correr atrás de coisas o resto da sua vida, na esperança vã de encontrar o seu valor e plenitude do seu senso de identidade lá.”