Infecção exige uma adaptação do corpo para lidar com a invasão do vírus. Alguns suplementos devem ser cortados durante recuperação

A cepa H3N2 Darwin, responsável pelo surto de gripe que tem atingido vários estados brasileiros, mudou a rotina de quem pegou o vírus influenza neste começo de ano e é responsável por sintomas até em pessoas que se alimentam bem e fazem exercício físico regularmente.

Para se recuperar com mais rapidez, o organismo precisa das comidas certas: frutas e vegetais, além de muita água, são importantes durante o processo de cura. Quem segue dieta restritiva pode precisar aumentar a quantidade de calorias ingeridas para garantir que o corpo tenha combustível para lidar com a invasão do vírus.

Os pacientes que utilizam suplementos alimentares no dia a dia também precisam ficar atentos e adaptar o consumo. A nutricionista Fernanda Amaral, do Hospital Anchieta de Brasília, ensina que é preciso avaliar qual é o suplemento consumido para tomar qualquer decisão. A creatina, por exemplo, deve ser suspensa: como o paciente não estará praticando atividades físicas durante o período de doença, não é interessante continuar com o uso. O mesmo vale para beta-alanina, que também está ligada ao rendimento esportivo.

popular whey protein, em contrapartida, pode continuar sendo consumido. “Se estiver dentro da quantidade proteica diária, não é interessante suspender. Mas nada é obrigatório, é importante entrar em contato com o profissional que prescreveu o suplemento para definir o curso do tratamento”, explica a nutricionista.

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