Polícia foi até a residência do prefeito no começo da tarde de hoje, para cumprir mandado de prisão mas ele já havia fugido

O prefeito de Maribondo, Leopoldo Pedrosa (PRB), está foragido da justiça. desde o começo da tarde desta quarta-feira, 11. A decisão da prisão em regime fechado foi preferido pelo desembargador Washington Luiz.

De acordo com o relatório polícia, os militares foram até a residência do prefeito, localizada na Fazenda Rancho São Jorge, zona rural de Maribondo, e foram informados, por um funcionário do local, que Leopoldo Pedrosa havia ido para Maceió, fazer ajustes na tornozeleira eletrônica, e foi preso na Capital Alagoana. A informação foi desmentida pela mãe de Leopoldo Pedrosa, que afirmou acreditar que ele estaria em casa.

Em revista domiciliar, os militares notaram que o quarto do prefeito estava com sinais recentes de uso e o ar- condicionado havia acabado de ser desligado. Apresentando indício de fuga do prefeito.

Leopoldo Pedrosa estava em prisão domiciliar desde o fim de dezembro de 2019, após ser preso com 1kg de cocaína pura, avaliada em R$ 50 mil. Ele estava fazendo uso de tornozeleira eletrônica desde 2017, por outro crime. Nesta quarta-feira, em decisão do desembargador Washington Luiz, a liminar de prisão domiciliar foi revogada e a prisão em regime fechado no Sistema Prisional decretada.

Relembre o caso:

Em 20 de dezembro de 2019 Leopoldo Pedrosa foi capturado em Arapiraca, em cumprimento a um mandado de prisão por homicídio, crime ocorrido em 2015, em São Miguel dos Campos. No momento ele estava em um bar, com armas dentro do carro e 1kg de cocaína, avaliada em R$ 50 mil, guardado em casa. Leopoldo Pedrosa foi autuado por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

No dia 23 de dezembro, a prisão em flagrante do prefeito foi convertida em prisão preventiva. Mas em 24 de dezembro, o presidente do Tribunal de Justiça determinou a prisão domiciliar do gestor. Na época, Leopoldo Pedrosa já fazia uso de tornozeleira eletrônica por um crime de agressão física contra a ex-esposa, cometido em 2017.

jaenoticia