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Diagnosticada com malária, Camila Pitanga relata sufoco até descobrir doença

Filha da atriz também foi infectada; elas estavam isoladas em uma zona de Mata Atlântica

Camila Pitanga, diagnosticada ela e a filha, Antônia, com malária, voltou às redes sociais nesta terça-feira (11) para agradecer as centenas de manifestações de carinho que tem recebido de amigos, fãs e anônimos depois que contou sobre a doença.

No post, a atriz disse que ela e a filha passam bem, e que logo estarão “melhor ainda”.

“[…] Essa trama de amor pode ser tecida mesmo por quem a gente não conhece, mas que tá aqui, nas redes, em geral manifestando seus votos de saúde pra mim e para minha filha. Nós duas que estamos nos cuidando juntas, sendo cuidadas juntas e agradecidas por tanto carinho que estamos recebendo. Estamos bem e logo, logo vamos melhorar ainda mais, sendo medicadas corretamente com o tratamento recomendado cientificamente para a nossa doença”, escreveu.

Quero aproveitar essa rede de amor pra agradecer especialmente a minha médica Sheila Pessoa Grande e a pediatra da Antonia, Rosane Girão. Vocês, como sempre, tão incríveis e cuidadosas. Obrigada, meumuito obrigada!!!”, acrescentou.

Diagnóstico

Camila Pitanga contou nas redes sociais, na noite desta segunda-feira (10), que ela e a filha, Antônia, estão com malária. A atriz disse que pelos sintomas que teve, até pensou que poderia estar com a covid-19.

“Foram 10 dias de muito sufoco. Entre picos de febre alta, calafrios e total incerteza. Havia a sombra da possibilidade de estar com covid-19. Somente no domingo recebi o resultado negativo do meu PCR. Mas no lugar de me aliviar, permanecia a agonia pois eu não fazia ideia do que eu poderia ter. Estava à deriva”, contou.

Sabendo dos picos de febre e associando que Camila estava em isolamento social numa zona de Mata Atlântica no litoral de São Paulo, uma amiga da atriz logo suspeitou da doença.

“Fui indicada a conversar com dois infectologistas. Os dois extremamente generosos em falar comigo num domingo já de noite. Dr Luiz Fernando Aranha e o Dr André Machado. Agradeço ao último pelas orientações que me levaram ao Hospital das Clínicas da USP. Uma vez que a suspeita era malária, doença muito rara, não há melhor lugar para você ser tratado do que a rede SUS, local de referência e excelência para doenças endêmicas”, disse.

No post, a atriz elogiou o atendimento público e a equipe médica que a atendeu.

“No HC, fui prontamente atendida por uma mulherada. Sim, uma equipe 100% de mulheres fantásticas do laboratório da Sucen”, escreveu a atriz, nomeando todas as profissionais que a atenderam, dizendo que “todas foram extremamente profissionais, eficientes e gentis” com ela.

Sobre a malária

A malária é causada por quatro protozoários do gênero Plasmodium (no Brasil, os mais comuns são o P. vivax e o P. falciparum). Entre os sintomas, ela pode causar febre alta, calafrios, tremores, dor de cabeça, náuseas.

A transmissão acontece quando uma pessoa é picada por um mosquito do gênero Anopheles (o popular mosquito-prego) contaminado. Também é possível pegar a doença por meio do contato direto com o sangue de um indivíduo que carrega o protozoário. Embora isso seja menos comum, pode ocorrer com o compartilhamento de seringas entre usuários de drogas, por exemplo.

Depois que invade o corpo, o parasita chega até o fígado, onde começa a se multiplicar. Daí em diante, ele invade a circulação sanguínea e ataca os glóbulos vermelhos.

Essa enfermidade é considerada endêmica nos estados da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima). Regiões específicas de Maranhão, Tocantins e Mato Grosso também entram na lista.

Sintomas e complicações da malária

Febre alta
Calafrios
Sudorese
Dor de cabeça
Náuseas
Cansaço
Falta de apetite

Por: Agências

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