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Câmara de Maceió já foi um ‘puxadinho’ da Prefeitura

De estilos antagônicos Renan Filho e Rui Palmeira têm algo em comum quando o assunto é arrumadinho político. Outra diferença é o modelo de comunicação com as bases e o eleitor.

O governador vai ao limite em tudo o que se refere a rede social, com lives praticamente diárias.

O prefeito da capital adotou a linha trabalhada pelo pelo ex-secretário de Comunicação, Clayton Santos, e segue investindo na divulgação através do site institucional da Prefeitura e alguns vídeos pelo Whatsapp. As redes sociais existem, mas não causam tanto impacto, comparado com a estrutura do Estado.

Semelhanças políticas
Governador e prefeito se aproximam quando o assunto é cargo público para deputados e vereadores. A diferença que os distancia é que Kelmann Vieira imprimiu sua identidade e postura e atua na presidência da Câmara com o devido zelo. Somado a isso a liderança de Eduardo Canuto uniu os dois lados da ponte e Rui tem na Casa de Mário Guimarães um Poder independente e proativo.

Na Assembleia o presidente Luiz Dantas não conseguiu desarmar a barraca do mal caminho. Homem íntegro, deixará a política no próximo dia 1º, passando o mandato ao filho Paulo Dantas. Na Casa dos Escândalos, Luiz Renan Filho sempre mantiveram a cordialidade, mas boa parte dos 27 parlamentares preferiu apostar nos velhos costumes. Faltou a Luiz Dantas a austeridade e a Ronaldo Medeiros (líder do governo) a autoridade.

Escandaloso
Com funcionários fantasmas desde sempre, o Poder Legislativo Estadual se tornou podre na essência. Há os bons – que contam-se nos dedos de uma única mão – e os usurpadores do erário, que promovem a roubalheira generalizada, aos olhos da Justiça. As operações foram muitas, mas sem punição, tendem a continuar.

A Câmara vive o ápice da transparência, de casa nova, cara nova e novos hábitos.

Boa parte dos que vão estar na Assembleia, independente de que lado estejam, preferem apostar na mesmice.

Rui e Kelmann conseguiram formalizar a independência entre os poderes. O problema é que na Assembleia a nuvem continua carregada e quem segue perdendo é o Estado.

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