Na manhã deste sábado (6), um grave acidente na BR-424, na subida do Polo de Marechal Deodoro, resultou na morte de um motorista de 47 anos, identificado como Pedro. Ele não resistiu aos ferimentos após a colisão frontal entre o furgão Fiat Fiorino que dirigia e uma caminhonete Chevrolet S10. O acidente ocorreu por volta das 6h40 e, segundo informações preliminares, a rodovia estava escorregadia devido à chuva, o que pode ter contribuído para a tragédia.
Pedro, que transportava queijo no momento do acidente, ficou preso às ferragens do veículo. O resgate foi rápido, com equipes do Departamento Estadual de Aviação (DEA) chegando ao local ainda durante os primeiros minutos após o impacto. O médico Adriano Luna, que estava a caminho de seu plantão no hangar do DEA, foi o primeiro a prestar socorro no local. Ele imediatamente acionou o Samu, pedindo a presença de uma unidade de suporte avançado, dado o quadro grave da vítima.
Bombeiros e profissionais do Samu trabalharam juntos para remover Pedro das ferragens. O motorista apresentava fraturas graves nos membros inferiores, além de uma possível fratura na bacia. Durante o atendimento, ele recebeu medicação, suporte avançado e foi entubado ainda no local. Após ser estabilizado, foi encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE) para uma cirurgia de emergência.
No entanto, Pedro sofreu duas paradas cardíacas ao longo do trajeto e, infelizmente, não sobreviveu. A morte foi confirmada na unidade hospitalar. O acidente deixa não apenas um grande lamento pela perda, mas também acende um alerta sobre as condições das rodovias, especialmente em dias de chuva intensa, que exigem maior cautela dos motoristas.
A colisão também gerou um grande fluxo de veículos na região, com o trânsito sendo desviado enquanto os trabalhos de resgate e perícia foram realizados. As autoridades ainda investigam as causas do acidente, mas a principal hipótese é que a pista molhada tenha influenciado a dinâmica da colisão.
O caso traz à tona a constante preocupação com a segurança no trânsito, especialmente nas rodovias que cortam regiões de grande fluxo de veículos.

