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Todos os assaltantes de bancos mortos no confronto com a polícia alagoana eram foragidos ou respondiam por crime

A questão não é defender que bandido bom é bandido morto. Mas a sociedade não pode dar as costas para os policiais envolvidos na operação que culminou com 11 criminosos mortos, durante uma intensa troca de tiros, num esconderijo, na zona rural de Santana do Ipanema.

Para início de conversa a polícia só conseguiu o êxito porque conta com uma equipe preparada, fortemente armada e estimulada. Foi-se o tempo de correr com medo dos bandidos. Este é o lado bom da história em curso.

O lado negro é que os assaltos a instituições financeiras é uma preocupação em todo o país. Não duvide do risco de revide dos criminosos, porque não é todo dia que 11 embarcam com passagem só de ida para o quinto dos infernos.

Os policiais alagoanos não precisam ser homenageados, necessitam – todos eles – do reconhecimento do dever cumprido, porque enfrentar um bando organizado, fortemente armado e disposto a tudo não é para qualquer um.

Se alguém tem dúvida da periculosidade dos criminosos, basta acompanhar a ficha-corrida deles, como segue abaixo.

Manoel Bezerra de Almeida, vulgo ‘Matuto’

Evandro de Paula Lima Silva, vulgo ‘Saulo explosivista’

Cristiano Rômulo de Souza Rodrigues, vulgo ‘Rominho’

José Lutemberg Nogueira Santos, vulgo ‘Lutinho’ ou ‘Doutor’

Carlos Alberto de Lima, vulgo ‘Coquinho’

Adeildo de Souza Timóteo, vulgo ‘Del’

Adjane da Silva, vulgo ‘Jânio’

André Luiz de Morais Lima

Adriano Souza Silva Júnior, vulgo ‘Júnior Preto’

Josivan dos Santos, vulgo ‘Vanvan de Petrolina’

Bruno Emanuel Batista Araújo, vulgo ‘Bruno de Angelim’

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