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Morte de pernambucano é a terceira em teste físico para ingresso na PM em 2018 no país

O caso do Pernambucano Diego de Siqueira, 28 anos, que faleceu ontem em Maceió após fazer o Teste de Aptidão Física (TAF) da PM em Alagoas, já é o terceiro que se tem registro somente em este ano em exames para ingresso na carreira militar.

Marcone foi a segunda “vítima” do TAF do Maranhão.  A jovem Daniele Nunes Silva, 28, morreu após sofrer um AVC durante a mesma avaliação. A jovem, que era escrivã na Delegacia de Barra do Corda (MA) passou mal e morreu por esforço excessivo durante as atividades do teste. 

EXAMES ATESTAM APTIDÃO DE CANDIDATOS

Em entrevista ao TNH1, o coordenador do Centro de Educação Física da PM/ AL, capitão Carlos Alberto Cardoso, afirmou que os exames exigidos nesse tipo de teste não chega a mostrar todo o histórico de vida dos candidatos ou se chegaram a utilizar produtos que aumentem o desempenho. Mas no modelo atual, são eles que atestam a aptidão ou não dos candidatos para a etapa física das provas.

“A aptidão do candidato só pode ser adquirida através da entrega de todos os exames conforme o edital do concurso”, disse o militar.

MARANHÃO – Sobre os dois casos ocorridos no Maranhão, em entrevista ao site Estado, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), responsável pelo concurso, negou excesso de rigor no teste físico. A empresa disse ainda que o candidato que apresentasse o atestado médico em desacordo ao que dispõe o edital seria impedido de realizar a prova.

 fonte tnh1
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