
Hoje, independente de qualquer situação de inocência ou não, é realidade nunca vivenciada em nosso país, e isso deve ser considerado. Fato é que o país está mudando e temos pela primeira vez na história um ex presidente condenado , até então exclusividade somente de pobre, preto e dos que roubam galinhas.
Quanta gente nessa vida foram surpreendidos com situações onde mesmo inocente pagaram preços altos pela forma prepotente de atuar dos nossos governantes que se apoderam da máquina pública para constituir riquezas e impérios para determinar através de um projeto pessoal toda uma condição de vida de um povo.
Apesar dos significativos avanços as dificuldades históricas ou impasses políticos ainda persistem interferindo na tarefa de fazer administração pública de forma democrática e eficiente. Além do mais alguns problemas conceituais e institucionais se colocam de maneira contundente como por exemplo os culturais , históricos, políticos e administrativos que depende, não só do tempo, mas de um aprendizado cotidiano e do amadurecimento institucional.
Com a descentralização houve um aumento das atribuições institucionais dos municípios, portas de entrada, que ficam responsáveis pela operacionalização, implantação e gerenciamento das mais importantes políticas públicas do estado. Com isso a união praticamente se retira das tarefas de execução de políticas de formulação, financiamento, normatização e fiscalização.
E por fim , o controle social , que é um princípio que permeia toda Constituição Federal, e se estende pela vasta estrutura legal que dispõe sobre a formulação e implantação de políticas públicas no Brasil. O maior objetivo é aumentar a mobilização e organização da sociedade civil, romper a inércia, apatia e dependência do cidadão em relação ao poder público, em qualquer de seus três níveis. Somos verdadeiramente os maiores responsáveis por tudo isso, precisamos assumir o protagonismo assumindo os espaços organizados para promoção de melhorias para todos.

