
Sem dar maiores detalhes, o delegado confirmou que a situação já é de conhecimento da Deic e por isso encaminhou ao delegado Mário Jorge Barros, responsável pela Deic, para que abra um inquérito.
“É uma situação grave, mas não há uma força-tarefa nesse sentido. Encaminhei tudo à Deic que deve agora comandas as investigações”, informa Paulo Cerqueira. Procurado pela equipe de reportagem do Alagoas24Horas, o delegado Mário Jorge não retornou as ligações.
A denúncia, divulgada no programa Fantástico, da conta da compra ilegal de sessenta fuzis no terminal de cargas do Aeroporto Internacional do Galeão, na última quinta-feira (01). Ao todo, quatro empresas brasileiras faziam essa transação dos fuzis vindos dos Estados Unidos para o Brasil. Elas importavam as armas clandestinamente em aquecedores de piscina de modo a despistar a fiscalização.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro acompanhou ainda a negociação desse arsenal por cerca de dois anos. Suspeita-se que em 2010, uma dessas empresas teria vendido armas que reforçaram a ação de traficantes durante a operação de desocupação do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro.
