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O documento foi assinado após uma longa reunião, que contou com a presença de 12 dos 22 senadores do partido, mas apenas nove assinaram a carta. Nela, os senadores pedem que o presidente Michel Temer vete integralmente o projeto e alegam que a bancada defende a regulação e regulamentação de atividades terceirizadas já existentes, não a terceirização de forma ampla e restrita como o projeto propõe.
Os peemedebistas alegam que o texto aprovado precariza as relações de trabalho, arruína a arrecadação, revoga conquistas da Consolidação das Leis do Trabalho, além de piorar a perspectiva de aprovação da Reforma da Previdência.
Além de Renan Calheiros, assinam a carta os senadores Marta Suplicy (SP), Kátia Abreu (TO), Eduardo Braga (AM), Elmano Férrer (PI), Wademir Moka (MS), Rose de Freitas (ES), Hélio José (DF), Simone Tebet (MS).
