
De acordo com matéria da Folha de S. Paulo, as empresas que usam tanques de armazenagem da Petrobras para estocar o produto pagarão mais caro.
Para os nordestinos, já que quase todas as distribuidoras nos estados da região usam a estrutura da petroleira, o peso no bolso deverá ser maior. O botijão de 13 quilos deverá ter um acréscimo médio de R$ 2,15 por botijão.
Como os preços são livres, as distribuidoras e revendedores adotam suas próprias políticas comerciais, apesar das críticas da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP. “O novo aumento foi feito de forma irresponsável, pois não há uma nota sequer com as devidas explicações”, disse o presidente da instituição, Alexandre Borajili.
Por sua vez, a Petrobras tenta se defender afirmando que os novos contratos “refletirão mudanças na composição de preços de logística” do combustível, não admitindo, portanto, que a nova política seja um reajuste de preços.
