
O mais sério é que quando tentam superar os sentimentos de insegurança ou de fragilidade em “criticas” apontando defeitos, de forma maledicente. É a necessidade de se elevar, de se sentir superior e daí passam a atribuir defeitos nas pessoas que lhes despertam inveja como se dissessem “eu sou melhor do que fulano que tem tal defeito”.
Evidentemente que isso não ocorre em relação à crítica construtiva que objetiva oferecer o progresso e a melhora do criticado. Nem todo mundo é obrigado a nos achar lindos, inteligentes, especiais e temos que aprender a conviver com isso.
No meu caso, quando as ditas “críticas” perdem o sentido e passam a se tornar agressões fundadas em mentiras, distorções e calúnias, não as levo em consideração. Pelo contrário, nestes casos tenho pena dos autores por terem origem em pessoas sem caráter, sem berço e totalmente desprovidas de integridade. Pessoas merecedoras de total indiferença, insignificantes e desprezíveis.
Que Deus tenha piedade desses seres abjetos.
