quinta-feira, 22 de agosto de 2019
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PROCURA-SE UM PREFEITO

FATOS&FUTRYKAS 10/2019

ANIMAIS MORTOS NAS VIAS

Voltam as reclamações sobre lixo e animais nas vias de Marechal Deodoro. O lixo, caso recorrente, não é pontual e sim distribuído por vários pontos do município. O recolhimento existe, mas a educação da população, ou falta dela, é maior.

Quanto aos animais, mais especificamente cavalos, têm sido encontrados mortos ao longo da rodovia e levam vários dias para serem recolhidos. Atenção administradores, fiquem atento ás solicitações e não apenas aos elogios.

APOSENTADORIA I

Qual o sentido de uma professora se aposentar adiantado, aos 52 anos, e a merendeira ou a faxineira da escola se aposentarem somente aos 62? Esse foi um questionamento que para a maioria da população faz sentido. É certo que a função de um professor é mais, digamos, nobre. Mas não vemos como mais relevante que a questão do tempo trabalhado.

Antes que afirmem que o certo seria ambas de aposentarem aos 52, esclareço: pelo que ouvimos dos doutos economistas isto é INSUSTENTÁVEL. No “frigir dos ovos”, as merendeiras, serventes, vigilantes da escola é quem trabalharão para pagar a aposentadoria do professor!

APOSENTADORIA I

Rola nas altas rodas que políticos podem se aposentar com oito anos de serviço. Justo? Para muitos é imoral.

Esclarecendo: a possibilidade de uma aposentadoria após oito anos de serviço político estava prevista no regime anterior ao PSSC, pelo extinto Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC). Esta regra garantia o benefício com o cumprimento de oito anos de mandato e 50 anos de idade. No entanto, mesmo que este tipo de aposentadoria tenha sido substituído, os congressistas eleitos antes de 1999 ainda podem seguir as regras antigas.

Com a Nova Previdência os políticos serão tratados como os demais cidadãos. Os mandatos eletivos conquistados depois de aprovada a Proposta de Emenda Constitucional 6/2019 não darão direito a nenhum regime especial.

PROCURA-SE UM PREFEITO

Fato inusitado vem acontecendo aberta e descaradamente em Marechal – a candidatura à vice-prefeito. Pelo que se ouve nas altas rodas da politicagem e se lê nas redes sociais, temos hoje um grande número de políticos na disputa por um candidato de peso para se colocarem como seus companheiros de chapa na posição de vice. Se a moda pega, logo irão faltar candidatos ao cargo maior e só terão vices.

E O CLIMA ESQUENTA

Com a proximidade das eleições (aproximadamente um ano), a busca por partidos e vagas nas diversas composições de chapas para vereadores está ficando acirrada. As farpas já estão sendo lançadas, não na tentativa de angariar a simpatia dos eleitores, mas, e principalmente, de denegrir a imagem de pretensos adversários.

O maior problema agora consiste na escolha, e aceitação, de partidos que possam oferecer alguma esperança na obtenção de coeficiente eleitoral. Os chamados “poca disquetes” são a maioria, mas aqueles que se supõe com maior densidade eleitoral, brigam por um lugar ao sol na diversidade de partidos existentes e profusão de candidatos. A briga está só começando.

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