quinta-feira, 22 de agosto de 2019
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O PAIS DIVIDIDO

Novo governo. Novo presidente. Um presidente com estilo inédito de liderança.

Bolsonaro troca farpas com todo mundo, com todos os poderes, com a imprensa e, recentemente, até com alguns governadores do Nordeste.

Vai tropeçando aqui e ali, mas de forma destemida e sem vergonha de errar, de cometer gafes e de ser ridículo, continua deferindo alfinetadas àqueles que julga estarem desservindo ao país. No cômputo geral tem mais acertos do que erro e, poder-se-ia dizer que acaba acertando até quando erra.

Numa análise fria os resultados nestes sete meses de governo são evidentemente positivos. Apesar da forte torcida contra, mas com sua popularidade e determinação, conseguiu fazer o Congresso trabalhar com uma inédita independência, sem o famoso “toma lá dá cá” amplamente utilizado pelos governos que o antecederam.

Ainda podemos elencar a reforma da previdência já aprovada em primeiro turno no congresso e a futura reforma tributária, que já começa a andar. E ainda mencionar os avanços inéditos com um Ministério eminentemente técnico, inexperiente na política talvez, mas com uma capacidade inusitada para inovar na administração pública.

Outros avanços nos últimos sete meses são os 408 mil postos de trabalho, o melhor resultado em 5 anos (CAGED); o desemprego em queda (IBGE); a alta de 14,7% no Turismo de Negócios (ABRACORP); e o acentuado crescimento no programa ferroviário dos últimos 100 anos (PNLT).

Só os que não querem o avanço do país como motivo para descredenciar o presidente que não enxergam os índices de violência despencando na maioria dos Estados Brasileiros (SINESP). O país segue no caminho para o fim do monopólio do gás e do refino de combustíveis; as concessões e privatizações já estão em andamento, o que nos leva a crer num ciclo virtuoso em nossa economia. 

Poder-se-ia citar também a retomada de várias obras públicas espalhadas por todo o Brasil, com foco e muito trabalho buscando vencer o desemprego, que ainda é nosso maior problema, mas com decisões fundamentais rumamos para um ciclo de crescimento sustentável. 

Enfim Bolsonaro erra e acerta, mas permanece espontâneo e sincero, com uma conduta impulsiva, o que a vivência do cargo deve ir moldando e reduzindo seus erros e ampliando seus acertos.

O que importa, mesmo num país dividido, é darmos um crédito de confiança e torcermos para que seus acertos superem tudo, pois ao final os resultados só poderão nos beneficiar.

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