segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
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IPHAN É QUESTIONADO PELA COMUNIDADE EM MARECHAL

Largo da Igreja do Carmo

A Cidade Histórica de Marechal Deodoro, em Alagoas, é uma das 43 cidades no país eleitas pelo Ministério do Planejamento e o IPHAN para receber investimentos do PAC das cidades históricas, projeto hoje chamado de Avançar Brasil.

Apesar das intervenções do IPHAN na cidade receber uma certa rejeição da comunidade por “impor restrições na propriedade particular”, sabe-se que é de grande importância a preservação, não só dos monumentos religiosos e civis de destaque e com reconhecido valor histórico de conhecimento, como também do casario, parte integrante da cenografia da cidade.

Corrimão que foi retirado pelo IPHAN Foto realdeodorense

A maior questão levantada pelos moradores da cidade é com relação a retirada do corrimão para deficientes que fora colocado no Largo da Igreja do Carmo. Os moradores portadores de necessidades especiais que residem no local, ficaram indignados com a retirada das barras de aço inox para apoio de deficientes que havia sido colocada na requalificação do local.

Sandro Gama, técnico da Divisão de Arquitetura e Urbanismo do Iphan em Alagoas, disse em uma entrevista a uma rádio local que o próprio superintendente do órgão no estado, Mário Aloísio Barreto Melo, avaliou que os corrimãos eram danosos à paisagem e determinou sua retirada. Afirmou ainda Sandro, que o IPHAN prima por planejar todas as obras prevendo os sistemas de abastecimento, esgotos, fiações, entre outros necessários, de modo a não haver necessidades de quebrar pisos após as conclusões das obras de paisagismo.

Com relação às obras do pátio da Matriz, o técnico afirmou que é planejado uma audiência pública a ser marcada para apresentar o projeto à comunidade.

Ressaltou ainda Sandro que “a legislação específica define o coletivo como mais importante do que o individual. Marechal é patrimônio cultural nacional e, como tal, é considerada como importante para a coletividade da nação. No caso, a legislação prevê que o proprietário é responsável pela conservação do imóvel. Entretanto, quando a família declarar a baixa renda e comprovar a insolvência do proprietário, o IPHAN pode analisar o caso e assumir a recuperação e conservação do imóvel.

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