sábado, 21 de julho de 2018
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LEGADO é palavrão que político alagoano não pronuncia

Não interessa, pelo menos durante esta leitura, que você saiba a resposta. Ou respostas, caso tenha mantido a fidelidade a mais de um político. Mas você já parou para pensar no legado deixado por eles (as)?

O Brasil segue rasteiro em meio à maior crise econômica, política e moral de sua história. No momento atual, se pedirmos para o nosso representante atirar a primeira pedra, caso não tenha cometido nenhuma injúria para conseguir e/ou desfrutar do mandato, há risco eminente de constrangimento e decepção – É REGRA NACIONAL.

Mas não é só isso que os estudos qualitativos apresentam para o novo cenário político brasileiro, já em andamento com Geraldo Julio, reeleito prefeito do Recife, Alexandre Kalil, eleito em Belo Horizonte, e João Dória, na capital paulista – apenas alguns exemplos dos novos tempos.

Mesmo com a ajuda e poderio de seus “padrinhos” os três casos confirmam uma linha na curva da política das “antigas”, onde velhas raposas têm perdido espaço para vitoriosos na vida e nos negócios.

Os estudos também revelam que o eleitor não apenas cansou dos mesmos discursos, dos mesmos personagens. O que Alagoas não tem é protagonista com legado reconhecido pelos alagoanos. Em todo território nacional OS GRANDES contam-se nos dedos.

Por aqui deixo quatro nomes que, no meu ponto de vista, são os mais expressivos políticos da história dos 200 anos de Alagoas: 

Guilherme Palmeira – Deputado estadual, prefeito de Maceió, governador e duas vezes senador. É ministro aposentado do Tribunal de Contas da União (TCU). Não foi o vice-presidente da República, no primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, por conta de denúncias contra um assessor direto, por favorecimento a uma empreiteira.

Fernando Collor – Prefeito de Maceió, deputado federal, governador, duas vezes senador e primeiro presidente eleito pelo voto popular, após o regime militar.

Renan Calheiros – Deputado estadual, duas vezes deputado federal, três vezes senador, ministro da Justiça e quatro vezes presidente do Congresso Nacional.

Teotonio Vilela Filho – Foi três vezes senador e duas vezes governador.

Teotônio Vilela (in memoriam) – Chamado de Menestrel das Alagoas, foi deputado estadual, vice-governador e duas vezes senador.

Eu não preciso responder, mas fica como primeiro exercício da semana descobrirmos qual o legado das figuras mais tradicionais da política alagoana.

Também não é demais pesquisar por Renan Filho e Rui Palmeira. Governador e o prefeito da capital já têm mais de 10 anos com mandatos.

LEGADO. Esta é uma palavra que – EM ALAGOAS – político não pronuncia. Passado limpo é outra história. Milhões em emendas são ossos do ofício.

Talvez não há melhor maneira para descobrirmos quem são os políticos que temos e, a partir daí, decidirmos se vale a pena permanecer com eles ou mudar para os novos aspirantes a protagonistas. Para os novatos devemos analisar, apenas, a lisura e o comprometimento com os respectivos mandatos – também não se assuste com o que vai descobrir.

AS PESQUISAS QUALITATIVAS ADVERTEM: Falar demais e prometer o céu já não garantem mandato – serve para velhas e novas raposas.

Em tempo: O Mestre Graciliano Ramos, como prefeito de Palmeira dos Índios, foi um ponto fora da curva na política. Também vale pesquisar.

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